Poemas Escolhidos - Cláudio Manuel da Costa

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Poemas Escolhidos - Cláudio Manuel da Costa
Informações sobre o livro
Título Traduzido: Poemas Escolhidos - Cláudio Manuel da Costa
Título Original: Poemas Escolhidos
Gênero: Poesia
Informações sobre o arquivo
Número de páginas: 85
Tamanho máximo: 381 kb
Formatos disponíveis: .pdf
Idioma: Português
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Sinopse

O autor de Poemas Escolhidos, Cláudio Manuel da Costa, é um poeta do Arcadismo, gênero literário do clássico e do útil, da vida simples. Tem, também, características do momento barroco, gênero do exagero e do excesso. No soneto VIII deixa-nos perceber, ainda, algo do Romantismo, pois retrata nos versos seu estado da alma. Percebe-se que esse inconfidente viajou pelo mundo das letras, deixando sua vida nas páginas da História.
Poemas Escolhidos faz parte do livro Obras, publicado em 1768 e considerado o marco inicial do Arcadismo. O autor retrata sua melancolia, tristeza e sofrimento, pela rejeição da mulher amada e pelos constantes conflitos internos vivenciados. A poesia de Cláudio Manuel da Costa revela a fidelidade cultural à metrópole (civilização) e a fidelidade afetiva à terra natal (vida rústica). Os poemas mostram a vida do escritor, natural de Mariana, ex-Ribeirão do Carmo, encantado com as novidades renascentistas da Europa. O escritor lamenta não poder vivenciar de perto a nova cultura européia, o centro do saber cultural. No entanto, não consegue se distanciar das suas origens.
Entre os temas apresentados, o poeta fala da paisagem, relacionando pedras e suas variantes. Há em seus versos penhas, penedos, penhascos, rochedos, paisagem sombria e crepuscular. Isto nos faz lembrar de sua difícil luta pelos ideais de liberdade e da perda da mulher amada. Daí a simbologia da pedra, sugerindo a dureza de uma vida. A decepção amorosa domina os seus sonetos. Volta, ainda, a falar em pedra, comparando-a à rudeza feminina. Comenta sobre uma pastora e um penhasco, indicando que a frieza da mulher é superior à da rocha. Sentimos, ao ler seus versos, que nenhuma mulher o acolheu, que vivia em uma eterna e constante decepção amorosa. A paisagem no livro é o retrato do seu estado de espírito.

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